[ALVEOLITES] — O TERROR DOS DENTISTAS NEÓFITOS!

CONCEITO:
É a infecção pútrida do alvéolo dental que se instala após uma extração cirúrgica.
É uma complicação frequente, é a que mais molesta e a mais chata da exodontia.

Para sua produção, intervêm diversos fatores; sendo que, a união de alguns deles produzem esta afecção, que em muitas oportunidades, adquirem caracteres alarmantes, pela intensidade de um de seus sintomas: a DOR.

As alveolites apresentam-se de duas formas:

1 – Alveolite granulomatosa: apresenta um alvéolo purulento, sangrante e doloroso. Geralmente, trata-se de reações diante a corpos estranhos, sobretudo de esquírolas ósseas e, às vezes, de esquírolas dentárias (dentes que fraturam durante as extrações). Ocorre 5 a 7 dias após o ato cirúrgico.
Possui odor fétido e a sua dor é localizada.
Seu tratamento consiste de um novo ato cirúrgico: Antissepsia, anestesia, remoção do coagulo e do corpo estranho, irrigação com soro fisiológico, curetagem para obtermos a formação de novo coagulo no interior do alvéolo, avivamento das bordas da ferida cirúrgica e sutura. Administra-se analgésico e anti-inflamatório.

2 – Alveolite seca: alvéolo aberto, sem coágulo, paredes ósseas expostas, dolorosas, tecido gengival pouco infiltrado, muito doloroso também, sobretudo nos bordos.
É uma lesão em que, por falta imediata ou por desaparecimento prematuro do coágulo, o alvéolo ficará aberto, entrando, assim, em comunicação com a cavidade bucal.
Suas paredes ósseas apresentam uma cor acinzentada, a dor é irradiada, ocorre 2 a 3 dias após a cirurgia, e seu tratamento consiste na limpeza do alvéolo, e aplicação de anestésico tópico.

Segundo KROGH a sintomatologia de alveolite é variada e intensa, sendo que a dor é a que mais predomina.

FONTE:
Página do Departamento de Cirurgia da Faculdade de Odontologia de Barretos

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